Campanha Nacional pelo Direito à Educação condena operação policial no Rio de Janeiro que deixou pelo menos 128 mortos
A Campanha Nacional pelo Direito à Educação manifestou nesta quarta-feira (29/10) seu repúdio à ação policial conduzida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro nos Complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da cidade. A operação, ocorrida na terça-feira (28/10) e na quarta-feira (29/10), resultou na morte de pelo menos 128 pessoas, muitas de forma brutal, configurando-se como a operação mais letal da história do estado.
A entidade destacou que o extermínio da população negra e pobre das favelas deve cessar de forma urgente. Segundo a campanha, uma política séria de segurança pública não pode ser baseada na violação sistemática de direitos humanos.
Para a Campanha, o direito à educação não pode ser garantido enquanto outros direitos fundamentais forem violados de maneira tão reiterada e brutal, reforçando a necessidade de mudanças estruturais nas abordagens de segurança e na garantia de direitos sociais no Rio de Janeiro.
ÍNTEGRA DA NOTA:
A Campanha Nacional pelo Direito à Educação repudia a chacina implementada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro na terça (28/10) e quarta (29/10), nos Complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da cidade do Rio, que deixou pelo menos 128 mortos, muitos de forma brutal. É a ação mais letal da história do estado. O extermínio da população negra e pobre das favelas deve acabar urgentemente. Política séria de segurança pública não deve ser feita com violação de direitos. O direito à educação nunca pode ser garantido quando outros direitos são violados tão brutal e reiteradamente.



















Comentários (0)
Comentários do Facebook